Alma Loira

 

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Sou um ser em constante mutação.
 Sou “Eu Mesma”, mas não sou
“Sempre a Mesma”.
Não sou normal,
pois ser normal é (muito)
chato, é repetitivo,
e EU gosto de transformações.
 Gosto de olhar por vários prismas
e mudar de opinião, de gosto, etc.
A mudança não é somente física,
 mas também é abstrata e intrínseca.
A beleza e juventude se vão
mas o conteúdo da alma permanece.

Em Resumo
Sou um ser espiritual
vivendo uma experiência humana.
Não um ser humano
vivendo uma experiência espiritual.”

 
Há momentos na vida em que
se deveria calar e deixar que o silêncio
falasse ao coração.
Pois há sentimentos que a linguagem não
expressa e há emoções que as palavras
não sabem traduzir.


  

Cães e Gatos
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Palavreado
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Eu para sempre Cinderela
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domingo, 5 de junho de 2011

Amor e Sexo

Texto:  Maria Cristina Manfro 

Sou  da época em que falar a palavra  transar era um horror. 
Transar não  era coisa que mulher decente falasse ou  fizesse.  
Para os homens era muito  diferente.  
Eles podiam falar em papar,  comer, f., traçar, deixar de quatro e  assim por diante.  
Mas para uma mulher  da minha geração falar em transar era  muito constrangedor. 
A meu ver, a  minha geração e anterior a ela são  as culpadas por deturparem muito 
o significado  de algumas palavras, incluindo o transar.   
A  geração de agora então, nem se fala.   Mas sobre isso falo em outro artigo.  
Ao invés de aumentarmos o padrão da  palavra amor, acabamos rebaixando-o. Usamos  a palavra amor para muitas coisas.   Usamos a palavra amor em vão.  
Utilizamos esta palavra de imensa importância em  situações banais e até inadequadas.  
Noites avulsas de sexo, como afirma o  sociólogos Bauman, são chamadas de fazer amor. 
O termo fica mais bonito. 
As  mulheres, após uma noite de sexo efêmero  com alguém, adoram dizer:
“então nós  fizemos amor.” Eu digo: “sexo”.   Elas dizem muito bravas comigo, “amor”.  
Eu volto a dizer “sexo”.  Não  há problema algum em se fazer sexo,  mesmo que seja 
efêmero, fugaz ou descartável.   É um direito de cada um.  
O  que não dá é querermos mudar a  nomenclatura das coisas.  
A prática frenética  do sexo, a busca da quantidade desenfreada,  nunca vai poder 
ser chamada de “fazer  amor”.  Ou  de estar sendo bem amada ou bem amado.  
Ilude-se achando que foi amado aquele  homem que, como dizem, “papou” várias 
mulheres.  Ser amado e ter feito  amor são coisas muito diferentes.  
Ocorre  que, como ficava muito “feio” assumir  o gosto pelo sexo e vê-lo simplesmente  como tal, as pessoas da minha geração  precisaram maquiar o 
sexo com o termo  “fazer amor”.  
Se faço sexo não  sou uma pessoa bem vista, então faço  amor. 
É diferente, é outra coisa, mesmo que continue sendo a mesma coisa. 
Muitas mulheres ficam furiosas quando seus parceiros dizem: vamos fazer sexo?
Eles têm que dizer: vamos fazer amor, como se tivesse um outro significado.
O problema é que muita gente não sabe mais se está fazendo sexo ou amor.
Não conseguem saber se a noite passada representou sexo ou amor.
Se não soubermos diferenciar as duas coisas corremos o risco de cada vez mais
“desaprender” o amor.
Arnaldo  Jabor afirma: “sexo é animal, amor  é poesia”, tentando diferenciar as 
coisas.  Sexo também é humano, bom, prazeroso,  mas não é amor.  
Acreditando que  é a mesma coisa perdemos a capacidade  de aprender de verdade 
sobre o que  sentimos.  Quanto mais confundimos sexo  com fazer amor mais 
corremos o risco  de decepção, de foras inexplicáveis, de  mal entendidos, 
de mágoas, de perdas.   
Quanto  mais sabemos que sexo é sexo e,  portanto, está a mercê de ser curtido, 
explorado, vivido e aproveitado, menos chance  de nos iludirmos.  
Quanto mais achamos  que sexo é fazer amor, mais chance  de ilusão e, 
consequentemente, desilusão.   Mais chance de falsas promessas, mais  chance de 
traição, mais chance de  dor.  Sexo é muito bomfazer amor  é muito bom.
Mas continuam sendo coisas  diferentes.

Bjks e uma semana perfeita pra todos nós.


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