Alma Loira

 

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Sou um ser em constante mutação.
 Sou “Eu Mesma”, mas não sou
“Sempre a Mesma”.
Não sou normal,
pois ser normal é (muito)
chato, é repetitivo,
e EU gosto de transformações.
 Gosto de olhar por vários prismas
e mudar de opinião, de gosto, etc.
A mudança não é somente física,
 mas também é abstrata e intrínseca.
A beleza e juventude se vão
mas o conteúdo da alma permanece.

Em Resumo
Sou um ser espiritual
vivendo uma experiência humana.
Não um ser humano
vivendo uma experiência espiritual.”

 
Há momentos na vida em que
se deveria calar e deixar que o silêncio
falasse ao coração.
Pois há sentimentos que a linguagem não
expressa e há emoções que as palavras
não sabem traduzir.


  

Cães e Gatos
Beijo me Liga


PET
Gabbyzii
Só prazamiga
Homem é tudo Palhaço

Amor é Prosa...Sexo é Poesia
Palavreado
Síndrome de Mia Farrow
Luxo Básico
Reclame Aqui
Proteste
Mãe, esposa, dona de casa...
Eu para sempre Cinderela
Meninas de Pantufa

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Uma Pequena Oração

Feliz Dias dos Namorados

Palavras de DEUS

Ano Novo... Novas Metas

Você conhece essa Mulher ?

Eu ouvi Deus

Beijando o Sapo

Toda Mulher é Bruxa.

Anjos na sua vida.

Aceita-me como sou !


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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Orgulho Besta

Eu tenho orgulhos bestas. Orgulhos bestas são orgulhos sem razão,
sem justificativa. Porque existem os orgulhos-não bestas. Sim, existem.
Nem todo orgulho é besta.
Orgulho de ter feito um trabalho de qualidade, de ter contribuído para
determinada coisa. Eu tenho um orgulho besta de ser quem eu sou.
Eu me acho especial. Muito especial. Mais especial do que a maioria das
pessoas - e também tenho a sorte e a bênção de ser cercada de pessoas
especiais. Eu me isolo num campo gravitacional de pessoas especiais.
Por mais na merda que eu esteja, e que eu reclame horrores (e eu reclamo
por qualquer coisinha), eu sei, lá no fundo, que tudo vai dar certo, afinal eu
sou eu. Porra.
Veja bem: não é que eu me ache melhor do que as outras pessoas.
Mas eu tenho orgulho de mim, das coisas que eu fiz e faço, das coisas que
já enfrentei, das pessoas que eu atraio pra perto de mim, em suma: do que
eu me torno a cada dia, a cada instante e do que eu ainda vou fazer.
Tenho saudades de pessoas e épocas do meu passado - meu pai, por exemplo
mas nunca de quem eu fui no passado.
A cada segundo eu estou melhor e sinto mais orgulho de mim. 
É besta porque é uma coisa só pra mim, só eu entendo, só eu vejo e é também
ilusório, afinal parte de mim também sabe que eu não sou tão especial assim
é contraditório mesmo. É uma espécie de vaidade secreta. Ou nem tão secreta.
Como eu brinco aqui: ainda bem que eu sou eu.
Eu corria um enorme risco de ser bilhões de outras pessoas no mundo, mas
eu sou eu. Ufa. (também não é fácil ser eu, mas não é assunto pra agora).
Também tenho minhas vergonhas, muitas vergonhas do que já fiz, muitos
arrependimentos, mas de novo: esse post não é sobre isso.
Claro que ser assim tem consequências.
Você passa a ter problemas de aceitação.
Ok, todo mundo quer ser aceito, mas alguns querem com mais força.
Alguns querem a eternidade. Eu não lido bem com rejeições, de qualquer tipo.
Empregos, namorados, amigos, panelinhas da escola, panelinhas do trabalho...
eu acho meio absurdo as pessoas me deixarem de fora porque, afinal...
eu sou eu, né?
Eu estou ali, dando a honra do privilégio da minha nobre companhia e ainda
por cima me deixam de fora? É besta, eu avisei.
Em relação às pessoas eu também me sinto assim. Por mais que eu não goste
mais da pessoa em questão acho um absurdo a pessoa ter sobrevivido sem mim.
Como assim, ele não morreu depois que nos separamos?
Como assim, ele sobreviveu e muito bem?
Como assim, ele fez coisas legais e incríveis?
Sim, eu também fiz coisas legais e incríveis. Eu também sobrevivi e muito bem.
Mas eu sempre faço coisas legais e incríveis. Afinal, eu sou eu.
O resto do mundo, não.
Eu sei que sempre tem alguém a dizer: "ah, então de alguma forma você gosta
dele ainda". Não é isso. É...orgulho besta.
Síndrome de pessoa mimada, talvez. De quem teve toda a atenção dos pais e
da família e que quando cresceu levou um susto danado ao perceber que não era o
centro das atenções. Tento sobreviver a isso todos os dias. Tento sobreviver ao peso
de ser eu - claro, ter a consciência de ser tão especial te cobra um preço enorme.
É como olhar para o caminho não percorrido do poema do Robert Frost.
Por que as coisas foram pra um lado e não pro outro? Porque foram.
Porque tinham que tomar uma direção e quis o acaso - ou o Destino, que dá no
mesmo no fim das contas, já que são entidades sob as quais não temos controle
que fosse esse.
 É o maior tapa que se pode levar: descobrir que todos nós somos substituíveis.
Tento me lembrar disso todos os dias.
Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso,
tenho em mim todos os sonhos do Universo.
Eu olho para as folhas que eu sei que eu nunca vou pisar e para os caminhos que
não vai dar pra ir. Eu sinto ciúmes dos meus futuros não vividos e de passados
abortados. Eu me ressinto da impotência de não poder ser tudo.

Eu disse que era besta.
Bjks e um excelente feriado pra nós.


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Preservando as endorfinas.

Uma vez um sábio me contou que, quando nos ofendem, o ideal

é não se sentir atingido, já que perdoar é divino e revidar é escroto.
A partir desse pensamento, constatei que nunca, NUNCA vale a pena
se estressar com nada, visto que o motivo do seu estresse, seja coisa
ou pessoa, não é prejudicado pelo seu estresse; só quem se prejudica
com o estresse é o próprio estressado (pequeno exemplo: você tá lá
no trânsito e toma uma fechada; se estressar com quem te fechou só eleva
a sua própria pressão, o "alvo" do estresse continua ali, feliz e cheio de
endorfinas, dirigindo na sua frente).
Mesmo que consideremos um (suposto) poder pessoal de emanar energias
negativas muito bem canalizadas pra, digamos, o puto que te fechou no
exemplo acima, é sabido que quem plasma energia negativa também sofre
com ela (tá, sem entrar no mérito das energias - que eu particularmente
acredito - vamos seguir a lógica: quem acredita que consegue mandar más
vibrações tem que acreditar que também é suscetível a elas, de acordo?).
Então, essa super introdução é pra corroborar (aham-aham!) mais uma
epifania minha: não só não vale a pena se estressar, como não vale
a pena se aborrecer, se magoar, nem se corroer de orgulho besta,
já que todas estas ações prejudicam, talvez não somente, mas principalmente,
o autor.
Não é fantástico?
A solução que consigo pensar agora - e nisso eu colei de umcerto alguém aê –
depende do valor do seu alvo; se é alguém que vale a pena, converse e resolva;
se é o babaca fdp mau motorista do exemplo acima, mostre a língua, mostre o
dedo médio, mande se foder, mas imediatamente releve, sublime e jogue uma
pá de cal em cima.
Só pra garantir.

Será que eu consigo?
Meu lado Pollyanna jura que sim.

Bjks e um ótimo finalzinho de semana.

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terça-feira, 14 de junho de 2011

Recomeçar

Não importa onde você parou.
Em que momento da vida você cansou.
O que importa é que sempre é possível e necessário ‘recomeçar.’
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida e,
o mais importante:
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.
Chorou muito?
Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos.
Acreditou em tudo que estava perdido?
Era o início de tua melhora.
Onde você quer chegar?
Ir alto? Sonhe alto.
Queira o melhor do melhor.
Se pensamos pequeno
Coisas pequenas teremos.
Mas se desejarmos fortemente o melhor e
Principalmente lutarmos pelo melhor,
o melhor vai se instalar em nossa vida
Porque sou do tamanho daquilo que vejo,
E não do tamanho da minha altura.

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domingo, 5 de junho de 2011

Amor e Sexo

Texto:  Maria Cristina Manfro 

Sou  da época em que falar a palavra  transar era um horror. 
Transar não  era coisa que mulher decente falasse ou  fizesse.  
Para os homens era muito  diferente.  
Eles podiam falar em papar,  comer, f., traçar, deixar de quatro e  assim por diante.  
Mas para uma mulher  da minha geração falar em transar era  muito constrangedor. 
A meu ver, a  minha geração e anterior a ela são  as culpadas por deturparem muito 
o significado  de algumas palavras, incluindo o transar.   
A  geração de agora então, nem se fala.   Mas sobre isso falo em outro artigo.  
Ao invés de aumentarmos o padrão da  palavra amor, acabamos rebaixando-o. Usamos  a palavra amor para muitas coisas.   Usamos a palavra amor em vão.  
Utilizamos esta palavra de imensa importância em  situações banais e até inadequadas.  
Noites avulsas de sexo, como afirma o  sociólogos Bauman, são chamadas de fazer amor. 
O termo fica mais bonito. 
As  mulheres, após uma noite de sexo efêmero  com alguém, adoram dizer:
“então nós  fizemos amor.” Eu digo: “sexo”.   Elas dizem muito bravas comigo, “amor”.  
Eu volto a dizer “sexo”.  Não  há problema algum em se fazer sexo,  mesmo que seja 
efêmero, fugaz ou descartável.   É um direito de cada um.  
O  que não dá é querermos mudar a  nomenclatura das coisas.  
A prática frenética  do sexo, a busca da quantidade desenfreada,  nunca vai poder 
ser chamada de “fazer  amor”.  Ou  de estar sendo bem amada ou bem amado.  
Ilude-se achando que foi amado aquele  homem que, como dizem, “papou” várias 
mulheres.  Ser amado e ter feito  amor são coisas muito diferentes.  
Ocorre  que, como ficava muito “feio” assumir  o gosto pelo sexo e vê-lo simplesmente  como tal, as pessoas da minha geração  precisaram maquiar o 
sexo com o termo  “fazer amor”.  
Se faço sexo não  sou uma pessoa bem vista, então faço  amor. 
É diferente, é outra coisa, mesmo que continue sendo a mesma coisa. 
Muitas mulheres ficam furiosas quando seus parceiros dizem: vamos fazer sexo?
Eles têm que dizer: vamos fazer amor, como se tivesse um outro significado.
O problema é que muita gente não sabe mais se está fazendo sexo ou amor.
Não conseguem saber se a noite passada representou sexo ou amor.
Se não soubermos diferenciar as duas coisas corremos o risco de cada vez mais
“desaprender” o amor.
Arnaldo  Jabor afirma: “sexo é animal, amor  é poesia”, tentando diferenciar as 
coisas.  Sexo também é humano, bom, prazeroso,  mas não é amor.  
Acreditando que  é a mesma coisa perdemos a capacidade  de aprender de verdade 
sobre o que  sentimos.  Quanto mais confundimos sexo  com fazer amor mais 
corremos o risco  de decepção, de foras inexplicáveis, de  mal entendidos, 
de mágoas, de perdas.   
Quanto  mais sabemos que sexo é sexo e,  portanto, está a mercê de ser curtido, 
explorado, vivido e aproveitado, menos chance  de nos iludirmos.  
Quanto mais achamos  que sexo é fazer amor, mais chance  de ilusão e, 
consequentemente, desilusão.   Mais chance de falsas promessas, mais  chance de 
traição, mais chance de  dor.  Sexo é muito bomfazer amor  é muito bom.
Mas continuam sendo coisas  diferentes.

Bjks e uma semana perfeita pra todos nós.


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sábado, 4 de junho de 2011

Ode a bunda dura





Tenho horror a mulher perfeitinha. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã,
tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo
de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura?
Pois então, mulheres assim são um um porre. Pior: são brochantes.
Sou louca? Despeitada? Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
Escova toda manhã. A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido
com o da Patrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama,
encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão "Alisabel é que é legal".Burra.
Na moda: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês.
Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS!
O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar "desarrumada" nem enquanto tiver transando.
É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo. Sorriso incessante: ela mora na vila do Smurfs? 
Tá fazendo treinamento pra Hebe?
Sou antipática com orgulho-só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou?
Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro.
Coisa que, pra perfeitinha, não existe.Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa,coitada.
Bunda dura. As muito gostosas são muito chatas.
Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico (isso quando não enfiam
o dedo na garganta pra se livrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.
Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça
de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar
um bom vinho com você. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.
Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um
manequim de vitrine do Iguatemi, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps.
Que beleza de mulher. E você reparou naquela bunda?  Meu deus...
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilos a mais, mas é uma ótima companheira de bebedeira.
Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo.
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua.

 (Essa crônica NÃO É de Arnaldo Jabor)

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